quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A vida é mais forte do que a SIDA




Há precisamente trinta anos apareceu o primeiro caso de SIDA e em 1988 na Cimeira Mundial de Ministério da Saúde surgiu a ideia de dedicar um dia á luta contra a SIDA. O primeiro caso de SIDA no arquipélago surgiu em 1986, num paciente originário da ilha do Fogo.  


Em Cabo Verde a maioria dos infectados, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a maioria dos infectados sao do sexo masculino ao contrario do que acontece no resto do continente africano. Cabo Verde é o pais africano com menor taxa de prevalência do vírus que é inferior a um por cento.  






O diagnostico para se saber se a pessoa tem ou não SIDA faz-se a partir de analises sanguíneas, e estas analises é que detectam a presença (ou não) de anticorpos ao VIH. 

Estes anticorpos são detectados, normalmente, apenas três a quatro semanas após a fase aguda, não podendo haver uma certeza absoluta sobre os resultados nos primeiros três meses após o contágio.

As primeiras análises a um infectado podem dar um resultado negativo se o contágio foi recente, por isso, os testes devem ser repetidos quatro a seis semanas e três meses após a primeira análise. O período em que a pessoa está infectada, mas não lhe são detectados anticorpos, chama-se «período de janela». Com os testes actualmente disponíveis é possível detectar a infecção mais cedo e reduzir este «período de janela» para 3 a 4 semanas.
Aos seropositivos realizam-se também testes de carga vírica para avaliar o nível de VIH no sangue. Estes, juntamente com os exames para efectuar a contagem de células CD4, são fundamentais para fazer um prognóstico sobre a evolução da doença. Se a carga vírica for elevada e a contagem das células CD4 baixa, e se o seropositivo não começar a fazer tratamento, a doença progredirá rapidamente. Os testes à carga vírica são, igualmente, importantes para avaliar a reacção do doente aos tratamentos.
Os dois exames são, geralmente, repetidos de três em três meses. 


Não existe nenhum tratamento específico para a AIDS. O que se tem atualmente são medicamentos que impedem do vírus se replicar, como o AZT, que junto com uma série de medidas adotadas como uma boa dieta, exercícios regulares, manter hábitos regulares de descanso, ajudam a pessoa a ter uma melhor chance de sobrevida.Segundo as pesquisas, quando uma pessoa adquire o virus da AIDS, pode levar até 5 anos para começar a ter os primeiros sintomas.
Depois de ter sido feito o diagnóstico de AIDS propriamente dita, ou seja, já na fase avançada da síndrome, a pessoa pode viver por volta de 4 anos ou menos, sendo que a média de duração de vida depois de ter adquirido o vírus é de 10 a 15 anos. Por muito tempo vem se divulgando as formas de se prevenir contra a AIDS. E a prevenção ainda é a melhor forma de combatê-la.
Como se sabe, o vírus da AIDS pode ser transmitido pelo sangue, pelo contacto sexual e da mãe para o feto, através da placenta.Com isso, a medida mais importante é o uso de preservativos durante a relação sexual, o uso de seringas descartáveis, evitar o uso de drogas injectáveis, principalmente utilizando-se a mesma agulha em outros indivíduos.
No caso da mãe que possue o vírus da AIDS, existe uma chance de 30% dela passar o vírus para o feto através da placenta, então deve-se fazer um esforço para evitar que as mulheres infectadas fiquem grávidas.
PREVINA-SE USE PRESERVATIVO